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-1 / 03/10/2019


O Bullying nas escolas conseqüência e possível solução.

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Por drª Embaixadora da Paz Débora Fontes Palmeira PhD


O Bullying nas escolas conseqüência e possível solução.

Por drª Embaixadora da Paz Débora Fontes Palmeira PhD

Em Lauro de Freitas Bahia Brasil, uma cidade turística, educadora e violenta em seus bairros Itinga e Portão. Vem sofrendo as consequências do bullying nas escolas, inclusive violência física e psicológica ocasionando pânico. Este que vem tomando conta no instante em que a brutalidade se faz presente diante de todos, pais, funcionários ficam diante do sinistro, apavorando as estruturas educacionais ameaçando os pilares da educação, o nosso conviver seguro, conhecer a fraternidade e o saber, valorizar a vida, transformar pessoas em humanas, preservar a moral a ética, recomeçar a cada dia com um olhar confiante e pesquisador, fraterno, ser melhor a cada dia. Aprender compreendendo o outro. Estamos diante de estudantes que pedem socorro. A tortura psicológica destes alunos que se deparam com risos, criticas, sem saber como se defender, disparando a fúria interna, ocasionando notícias nas páginas de jornais e mídias como vem ocorrendo em nossa sociedade. saúde leva alunos, preconceito, agressões físicas e verbais bullying foram assunto campanha do prioriza prevenção e combate ao bullying nas escolas da Bahia dezenas de notícias como estas nas redes sociais e mídias. Diante de tal brutalidade não podemos nos ausentar das responsabilidades educacionais. Muito grave e devemos combater, quem usa o bullying para inibir, querer ser superior, diminuir o outro consciente ou inconsciente essa pessoa tem que ser punida e tratada. Onde encontraremos a chave da justiça restaurativa nas escolas, nos espaços públicos. Entra deste contexto o papel do psicopedagogo nas escolas, dialogando com a família com direção, com o as crianças e jovens. Mediando entre pais x filhos, escola família e o professor. Toda comunidade escolar interna e externa.

A falta de comunicação entre pais e escolas é que vem trazendo temas como estes, jovens cheio de inseguranças, que ataca no instante de fúrias do medo. Sim eles agridem a eles mesmo e aos outros. Cortam-se com gilete e tomam veneno. Relatando eles “para agredir a alma pois a vida dói”. Para quem sofre é difícil falar em casa. É cruel saber que seu filho, esta se agredindo e sendo agredido, quando se sabe, já tarde. O psicopedagogo aparece no cenário educacional para aprendizagem e como mediador de conflitos pessoais, vem para repaginar e combater a violência interior, indisciplinar ocasionando o baixo rendimento da aprendizagem.

Sabe-se também casos de ataques familiares, por trás de uma vitima de bullying, nas famílias desajustada e violentas, pais que agridem suas esposas na frente dos filhos e agridem seus filhos por tentarem defender suas mães. Gritante e preocupante. Jovens sofrem vivendo tais situações e perdem os valores com tanta violência domestica. Acredito que deste ponto é que vem crescendo e achando normal praticar em qualquer lugar o que aprende com seus agressores familiares. Sem parâmetro, sendo aquele que pratica o bullying. Este também é vitima da falta de educação domestica. Transmitindo o que aprendeu, o que convive. O psicopedagogo nas escolas ajudará nos dois casos. A vitima e o agressor. Ambos necessitam de ajuda, através de debates, palestras, consulta individual institucional e clinica, tentaremos amenizar e combateremos o bullynig , mostrar as conseqüências a toda comunidade escolar, para entender o papel da pessoa na sociedade e o meio que influência sua vida.

A instituição e a intervenção psicopedagogica como prevenção contra o bullyng no dia a dia escolar. Ajudando a promoção dos pais, alunos, docentes e dicente em uma convivência segura, sadia, respeitosa, fraterna, contribuindo e refletindo os atos com responsabilidade, para fortalecer o vinculo escola x comunidade socializando o conhecimento, atuando na formação moral dos alunos, assumindo o papel de mediar conflitos,esclarecer que a escola e aos pais os aspectos do processo do ensino aprendizado. Sendo ela uma ação preventiva. Assinalando os fatores que prejudicam a aprendizagem influência na vida por toda estrada a seguir esses seres aprendem com a convivência familiar que dever dar segurança, amor convivendo uns com os outros, a saber, que o exemplo vem dos pais.

Assumindo a força interna contra o bullynig, a autoconfiança, compartilhando amor invés de tristezas. Ser feliz. Fortalecendo o caráter da boa vontade e da solidariedade.
Embaixador Celso Dias


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